Apresentação de 2 de Julho
Porque não é possível ter um conceito de arte sem um conceito de realidade, esta sessão apresentará exemplos de coreografias onde a dança não se apresenta como uma linguagem universal, mas enquanto dispositivo construído a partir de diferentes línguas, e de discursos coreográficos. Evocaremos, entre outros, Jerome Robbins, Trisha Brown e Pina Bausch, na sua relação com o espaço físico e urbano e o tempo do movimento, Merce Cunningham e William Forsythe para falar da dança enquanto língua construída a partir do intérprete, Anne Teresa de Keersmaeker e Jérôme Bel, para abordar a relação do contexto, da motivação e da consequência do movimento e do discurso."
Tiago Bartolomeu Costa
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